MODA E LITERATURA - 2010

Moda e Literatura 2011 : Tema: A Literatura Paulistana
Moda e Literatura 2010: tema: “Cidades Latino-americanas” Enfocará a produção de escritores latino-americanos que, em suas obras, privilegiaram a realidade urbana. Projeto teórico-prático executado pelos alunos do terceiro semestre da graduação de moda da UNIFMU.
Programação: Desfile performático no dia 22 de outubro de 2010, 12 horas, na Avenida Paulista. Saída: Rua Minas Gerais, destino Livraria Cultura - Conjunto Nacional.

informações: zizizaza@gmail.com

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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Alunos e seus Livros - Turma A; Noite

ENTERRO DA CAFETINA, O

Autor: REY, MARCOS



Grupo: Lucas Belo , Noele Grotoli, Simon Lee






MALAGUETA, PERUS E BACANAÇO
Autor: ANTONIO, JOAO




Grupo: Ellen, Simone Gonçalves,Émelyn Magalhães




INICIAIS, AS

Autor: CARVALHO, BERNARDO




Grupo: Tiago Panazzolo, Larissa Xavier, Daniele Vieira





MONGOLIA

Autor: CARVALHO, BERNARDO




Grupo: Carla Moraes, Daniela Arruda, Natache, Suzanne Lobracci






MEMÓRIA DE MINHAS PUTAS TRISTES

Autor: GARCIA MARQUEZ, GABRIEL




Grupo: Grazielli Merchiolli, Luisa Guerra, Kassica Moreno




A OBSCENA SENHORA D.

Autor: HILDA HILST




Grupo: Camila Lima, Caroline Lima, Caroline Reis





VONTADE E A FORTUNA, A

Autor: FUENTES, CARLOS




Grupo: Bruna Rocha, Raquel Girardi, Natalia Azambuja





JACARÉS, OS

AUTOR: MAGALHÃES, CARLOS EDUARDO DE



Grupo: Juliana Baltazar e Amanda



ELOGIO DA MADRASTA
Autor: VARGAS LLOSA, MARIO

Grupo: Laura Adib, Renata Vettorazzo, Heloisa



CRÔNICAS DE BUSTOS DOMECQ

Autor: BORGES, JORGE LUIS



Grupo: Felipe Borges, Victor Faria, Tatiane Daniela



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

MODA E LITERATURA -Estande da FMU: o mais animado da Feira do Guia do Estudante

Fotos de ingrid Vilella


quando eu cheguei estava tudo pronto...


A turma: Mirela, Carol e Jéssica ( segundo semestre)
Lilian, Mainá e Lara ( quarto semestre e criadoras dos looks)
Carol, Talita, Evando e Verônica.

O desfile com seis looks selecionados:"Aura", "Sobre heróis e tumbas"," Sargento Getúlio",  "Os aparados" e " Jogos de Amarelina"


Ingrid e Carol : Crônica da Casa Assassinada

"Aura", "Sobre heróis e tumbas" e Os aparados

Looks dos livros: Jogos de Amarelinha, Crônica da Casa Assassinada e Aura


O desfile com seis looks selecionados:"Aura", "Sobre heróis e tumbas"," Sargento Getúlio", "Os aparados" e " Jogos de Amarelina"

                            Obrigada a cada um de vcs, pela boa energia, carinho e dedicação.


Ai daqueles que pararem com sua capacidade de sonhar, de invejar sua coragem de anunciar e denunciar. Ai daqueles que, em lugar de visitar de vez em quando o amanha pelo profundo engajamento com o hoje, com o aqui e o agora, se atrelarem a um passado de exploração e de rotina.  Paulo Freire

domingo, 22 de agosto de 2010

Moda e Literatura 2009

MODA E LITERATURA 2008

Desfile de Moda no Metrô - 2010

MODA E LITERATURA 2010.2

Todos devem postar conforme combinado  no blog.

ETAPAS/CRONOGRAMA:

1. Apresentação dos livros e a proposta do projeto MODA E LITERATURA

2. ESCOLHA DOS GRUPOS e sorteio do livro. Postar dos grupos

3. Leitura, resenha ou resumo e entrega com o apoio dos professores de metodologia ( POSTAR NO BLOG A MELHOR RESENHA APROVADA PELO DOCENTE)

4. Decupagem dos trechos do livro co-relacionados: ao corpo, moda, texturas, cores e formas

5. Entrega do material solicitado pelo docente
6. Contrução imagética = visualidade que permeia o livro ( POSTAR NO BLOG A MELHOR CONSTRUÇÃO DO GRUPO) - setembro

7.Trilha sonora que pode traduzir sensorialmente o livro. Setembro
8. Pesquisa de imagens - feita pelo grupo - ORIENTAÇÃO EM SALA DE AULA- setembro

9. Pesquisa de imagens com foco na moda - orientada pelo docente em sala e via E-MAIL, com indicações de: estilistas CONHECIDOS OU NÃO, artistas, filmes, criadores, texturas, volumes, formas, modelagem. Algumas pistas para pesquisa e a formação de redes do conhecimento.

A pesquisa não brota sem referências e sem conteúdo!
Objetivo: Ensinar a pesquisar, ampliar o repertório do aluno.

10. Apresentação da pesquisa e orientação. Escolher o modelo ( aluno da FMU) - tirar as medidas, contato.
11. Apresentação dos primeiros croquis ou rascunhos.
12. Apresentação do segundo croqui , mais apurado, com as fontes de pesquisa dos detalhes, o foco na potencia da roupa. ( POSTAR NO BLOG até a 3ª semana de abril).
AS TEXTURAS E MATERIAIS SELECIONADOS DEVEM PARTIR DAS NECESSIDADES VISUAIS coerentes com o discurso do CROQUI.

13. Apresentação do croqui com a pesquisa de aplicação de texturas, bordado, técnicas e pesquisa de materiais. LEVAR PARA A SALA A PESQUISA DE MATERIAIS, com apoio dos professores de desenvolvimento e têxtil para indicações possíveis. ( POSTAR NO BLOG O CROQUI APROVADO).
14. Aprovação do croqui, ficha técnica e execução da peça para teste em algodão cru. Aprovação da professora de modelagem e minha; ( POSTAR NO BLOG FOTOGRAFIAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO DA ROUPA - 3 FOTOS PARA CADA)
15. Execução da ROUPA - POÉTICA ( NÃO PODERÁ SER APENAS COMERCIAL)
16. PROVA
17. Entrega e aprovação do look completo UMA semana antes da prova.

NO DIA DA PROVA SOMENTE RECEBEREI O CADERNO DE PESQUISA - seguindo o roteiro dado em fevereiro, com apoio dos professores de METODOLOGIA e DIGITAL.
http://www.portugaltextil.com/tabid/63/xmmid/407/xmid/37606/xmview/2/NoticiaID/37606/Default.aspx

veja o trabalho de Marit Fujiwara, prima de minha amiga Théa,

http://danugs.blogspot.com/2009/07/marit-fujiwara.htmlBélgica.

OS CRIADORES QUE FALEI EM SALA:
http://www.antwerp-fashion.be/ 

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

MODA E LITERATURA - Vamos, Garotas! Alceu Pena R$29.00 R$21.75

A autora, Gabriela Ordones Penna apresenta uma análise da coluna “As garotas do Alceu” do artista gráfico brasileiro Alceu Penna, que através de seus desenhos representou o universo juvenil no Rio de Janeiro entre as décadas de 1930-1950, destacando-se na revista semanal O cruzeiro. O livro de Gabriela Penna explora como o corpo e a moda na coluna, se aproximam da realidade social conservadora do período e de que modo se desvencilham dela em direção a um novo modelo de mulher.









Este produto está em nosso catálogo desde quinta 12 agosto, 2010.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Livros: Moda e Literatura 2010.2 Turma A Noite .

1. MALAGUETA, PERUS E BACANAÇO
AUTOR: ANTONIO, JOÃO


GRUPO: Ellen, Simone Gonçalves, Emily Magalhães

2. ELOGIO DA MADRASTA
AUTOR: VARGAS LLOSA, MARIO



GRUPO: Laura Abid, Renata Vettorazzo, Heloisa
3. MONGÓLIA
AUTOR: CARVALHO, BERNARDO

GRUPOS: Carla Moraes, Daniela Arruda, Natache, Suzanne Lobracci

4. CRÔNICAS DE BUSTOS DOMECQ
AUTOR: BORGES, JORGE LUIS

GRUPO: Felipe Borges, Vitor Faria, Tatiane Daniela
5. MEMÓRIA DE MINHAS PUTAS TRISTES
AUTOR: GARCIA MÁRQUEZ, GABRIEL

GRUPO: Grazielli Merchiolli, Luisa Guerra, Kassica Moreno

6. A OBSCENA SENHORA D.
AUTOR:HILST, HILDA

GRUPO: Camila Lima, Caroline Reis, Carolina Lima
7. A VONTADE E A FORTUNA
AUTOR: FUENTES,CARLOS
GRUPO: Bruna Rocha, Raquel Girardi, Natalia Azambuja
8. AS INICIAIS
AUTOR: CARVALHO, BERNARDO
GRUPO:Thiago Panazzolo, Larissa Xavier, Daniele Vieira

9. O ENTERRO DA CAFETINA
AUTOR: REY, MARCOS

GRUPO:Lucas Belo, Noelle Grotoli, Simon Lee
10. JACARÉS, OS
AUTOR: MAGALHÃES, CARLOS EDUARDO
GRUPO: Juliana Baltaza, Amanda










livro : A estética do Cangaço: Cangaceiro exigia que os integrantes de seu grupo se vestissem bem. Objetivo era que eles pudessem ser reconhecidos pela roupa

O livro é a primeira produção de história íntima sobre o fenômeno de insurgência social de maior apelo popular do Brasil. Sem perda do caráter epidérmico de banditismo, Pernambucano nos mostra uma tradição brasileira de insurgência recorrente, irmã do levante indígena, do quilombo e da revolta social. E conclui que nos veio do fenômeno a própria marca visual da região Nordeste: não mais que uma estilização da meia-lua com estrela do arrebitado da aba do chapéu de couro dos velhos capitães de cangaço.


“Habitando um meio cinzento e pobre”, conclui Pernambucano, “o cangaceiro vestiu-se de cor e riqueza. Satisfez seu anseio de arte, dando vazão aos motivos profundos do arcaico brasileiro. E viveu sem lei nem rei quase em nossos dias, deitando uma ponte sobre cinco séculos de história. Foi o último a fazê-lo com tanto orgulho. Com tanta cor. Com tanta festa”.

“Estrelas de couro, o livro que eu gostaria de ter escrito” – diz Ariano Suassuna
Estrelas de couro – a estética do cangaço – 2010 – 112 anos de nascimento de Virgulino Ferreira, o Lampião

A obra traz 300 imagens do cangaço e 160 fotos de objetos de uso pessoal dos cangaceiros, resultado de um trabalho que Mello começou em 1997. No prefácio do livro, o historiador teve o privilégio de receber elogios do octogenário Ariano Suassuna, que explicita a vontade de ser o autor do livro.
Ao contrário de qualquer bandido ou criminoso, que deseja ocultar sua identidade, os cangaceiros usaram roupas que chegaram a beirar o carnavalesco – termo usado pela imprensa em 1928. Eram nômades, o que os “forçava” a levar tudo o que precisavam pelo corpo, em dois bornais, para viagens curtas, e quatro, para as mais longas. Eles quase proclamaram, a partir do traje, a condição de cangaceiros com muito orgulho. “Estes homens não eram puramente criminosos, tinham o pudor de se insurgir contra valores coloniais que não desejavam aceitar. A condição de insurgentes é matéria-prima para o surgimento de uma expressão de arte na qual estes ideais precisaram se materializar de modo visível”, diz Mello.

A moda do cangaço deixou raízes. O chapéu meia-lua de couro, com uma estrela no meio, lançado por Virgulino, hoje é o símbolo do nordeste brasileiro. O chapéu, que tem a aba virada naturalmente para cima quando se cavalga, durante o período do cangaço, serviu de suporte de arte (na aba iam alguns enfeites) e também de alerta: nenhum cangaceiro poderia correr o risco de ser surpreendido em uma emboscada, por isso não poderia andar com a aba abaixada escondendo os olhos.

A conta bancária também era carregada junto ao corpo: moedas de ouro 22 quilates (que chegavam a ser vermelhas e tinham quatro centímetros de diâmetro) ficavam penduradas na testeira do chapéu, assim como anéis (Lampião morreu com 30 alianças) que serviam como uma espécie de aprisilhamento do lenço do pescoço, chamado de jabiraca. As calças tiveram pelo menos três modelos. Havia ainda uma perneira de couro para proteger as canelas dos espinhos e a alpercata (espécie de chinelo) de couro que era usada com meia. “Gilberto Freire, em seu livro Casa Grande e Senzala, chamou esta arte de projeção do homem, porque é uma arte que está sobre este próprio indivíduo ou é como se fosse um prolongamento dele”, explica Mello.
Um padre, conversando com os cangaceiros em 1929, chegou a ficar impressionado com a mobilidade deles: após uma espécie de acrobacia, não derrubaram nenhum dos objetos que carregavam. “Os bornais [tipo de bolsa] tinham dentro carne seca, farinha, rapadura e, para não caírem facilmente, ficavam presos. Uma alça de couro passava a três dedos abaixo do mamilo e prendia as alças laterais dos bornais. Era uma estrutura funcional que permitia aos cangaceiros combater e se embolar pelo chão durante um tiroteio ou briga sem que nenhuma das peças se desprendesse”, explica Mello.

A roupa também era uma espécie de blindagem mítica. Funcionava como um amuleto da sorte e de defesa. Quando um cangaceiro chegava em uma casa, por exemplo, a vítima do assalto não o via com bons olhos, odiava este homem, por isso os amuletos serviam como neutralizadores do mau-olhado.

Os amuletos da sorte dos cangaceiros têm origem na antiguidade e eles poderiam usar estes símbolos da maneira que bem entendessem, como expressão. Alguns chegavam a ter o signo de salomão por todo o corpo. Ele é uma estrela de seis pontas – símbolo de Israel – e significa proteção. Algumas destas estrelas sofreram alterações e poderiam aparecer bordadas nos bornais. Normalmente os cangaceiros, na composição individual, adotaram as estrelas de quatro, seis ou oito pontas.
A flor-de-lis era o símbolo de pureza e também foi usada como proteção. Havia ainda a cruz de malta – símbolo das ordens militares e religiosas portuguesas – da Ordem de Cristo e da Ordem de Santiago que, inclusive, financiaram a vinda de algumas caravelas ao Brasil. E, por último, a cruz “oito contínuo deitado”.

Verdadeiros estilistas: A costura caracteriza o homem primitivo e, ao invés de se pensar em feminismo quando se vê um homem costurando, é preciso olhar mais para a questão do arcaísmo. O indivíduo tropeiro viajava com burros levando cargas como hoje fazem os caminhões. No meio do caminho poderia perder o botão da braguilha, por isso deveria saber costurar. Já o bordado era algo para os mais privilegiados e foi um dos requisitos para os homens que queriam se tornar chefes dos subgrupos do cangaço: deveriam saber bordar e repassar o ensinamento ao grupo. Foi com Lampião que os cangaceiros passaram a usar roupas mais requintadas, com bornais forrados de bordado a tal ponto que o tecido desaparecia debaixo das linhas coloridas.
                         
Título: Estrelas de couro: a estética do cangaço
Autor: Frederico Pernambucano de Mello
Prefácio: Ariano Suassuna
Gênero: História/Cangaço e cangaceiros/ Usos e costumes/ Ensaio interdisciplinar
ISBN: 978-85-7531-324-4
Formato: 23 X 30 cm, capa dura, com mais de 300 imagens
Páginas: 258
preço: R$ 150,00
Escrituras Editora

terça-feira, 17 de agosto de 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

POESIA, CRIATIDADE E INSPIRAÇÃO NO LIVRO DA EDUCADORA SONIA RANGEL

LITERATURA E MODA

História da Moda no Brasil“, de Gilda Chataignier, literatura e moda nos “Moda e Ironia em Dom Casmurro“, projeto de Geanneti Tavares Salomon e “Mancebos e Mocinhas – Moda na Literatura Brasileira do Século XIX“, de Mariana Christina de Faria Tavares Rodrigues.


MODA E CINEMA: EXPOSIÇÃO: MODA E CINEMA - IGUATEMI

MODA E CINEMA: EXPOSIÇÃO: MODA E CINEMA - IGUATEMI: "A partir desta segunda-feira (16/8) estará em cartaz no Shopping Iguatemi, em São Paulo, a mostra 'De Hollywood para a Moda', com seis vesti..."

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A cidade de Guimarães voltou a estar na moda

«Para comemorar o 11º aniversário do “Moda Guimarães”, o Cenatex tentou organizar um desfile que abrangesse vários segmentos de mercado, tendências de moda e estilos de vestir, mas também tentou evidenciar um dos lemas de que se orgulha, que é a aposta que faz na formação ao longo da vida, valorizando o intercâmbio de experiências e saberes entre os diferentes níveis e modalidades de ensino, e, ainda, a relação estreita que mantém com os seus ex-alunos», conta Marina Mota Prego, coordenadora do curso técnico de Design de Moda.


A primeira parte do evento foi marcada por um apontamento de moda da autoria do estilista e ex-aluno Rafael Freitas e, de seguida, foram apresentados os projectos individuais e colectivos dos alunos seniores do Curso de Design de Moda Pós-Laboral de Formação Modular Certificada. Posteriormente, tal como é habitual, os alunos do 11.º ano estrearam-se em passerelle com um projecto infantil colectivo, que tentou associar dois temas aparentemente antagónicos: o Ballet e o Rock.
«A terceira e última parte, e porque esta é sem dúvida a causa primordial deste evento, o desfile continuou com a apresentação individual das colecções dos alunos do 12.º ano, com o objectivo de demonstrarem as competências criativas e técnicas que adquiriram nos três anos de formação. Vários foram os temas abordados, todos eles adaptados às tendências de moda para o Verão 2011. As criações apresentadas pelos alunos procuraram ir ao encontro das necessidades do tecido empresarial da região, conciliando a vertente artística com a comercial. Este ano, os temas seleccionados tentaram também abordar problemáticas tão actuais e relevantes como a crise mundial, os conflitos étnicos, culturais e sociais, o consumismo ou as catástrofes ambientais. Com isto, tentou-se despertar consciências e abolir preconceitos, ainda tão característicos do nosso país», refere Marina Mota Prego.
Para o Cenatex este evento é mais um meio de apresentar à comunidade local e aos empresários têxteis a qualidade e o profissionalismo do trabalho desenvolvido pelos alunos. «Apesar da crise instaurada, com especial incidência na Região do Vale do Ave, os nossos empresários continuam a considerar que é fundamental actualizarem as empresas através de um forte investimento na criação e na afirmação internacional das suas marcas. Talvez por este facto, vários foram aqueles que estiveram na assistência, comprovando que esta escola, com este curso, é um contributo, mesmo que indirecto, para o desenvolvimento de um sector ainda representativo desta região – o Têxtil», salienta a coordenadora do curso técnico de Design de Moda.
A 11.ª edição do Moda Guimarães contou com a presença de manequins como Gonçalo Santana, Fiona, Sofia Baessa, Diana Pereira, Jô, entre outros, e foi apresentado por Cristina Alves, do conhecido programa de televisão Portugal no Coração.

Fonte: http://www.portugaltextil.com/

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

MODA E LITERATURA 2010.2 - Turma A Manhã

1. O SOL SE POE EM SAO PAULO

Autor: CARVALHO, BERNARDO



GRUPO: Gabriela Oliveira, Maria Lima, Mariana Moreira



2. LEAO-DE-CHACARA

Autor: ANTONIO, JOAO



GRUPO: Aline Almeida, Evelyn Gomes, Fernanda Ana



3. OLHOS SECOS

Autor: AJZENBERG, BERNARDO



GRUPO: Joyce Grando, Mariana Fagundes



4. CONTOS ATREVIDOS

Autor: BIVAR, ANTONIO



GRUPO: Vanessa Franco, Vanessa Oliveira, Rita Teruya



5. A PISTA DE GELO

Autor: BOLANO, ROBERTO




GRUPO: Aline Cavalcanti, Simone Santos



6. RETRATOS IMORAIS

Autor: BRITO, RONALDO CORREIA DE



GRUPO: Fabiana Ramos, Joana Elis



7. NUNCA FUI PRIMEIRA-DAMA

Autor: GUERRA, WENDY



GRUPO: Angela Paixão, Vanessa Castro



8. CORREIO DO TEMPO

Autor: BENEDETTI, MARIO



GRUPO: Erica I. Perfeito, Otávio Dornadeli



19. ELES ERAM MUITOS CAVALOS

Autor: RUFFATO, LUIZ



GRUPO: Daniela Farroco, Eunice Matos

Ismália queria: acessórios femininos cheios de poesia e delicadeza


Yoko Hibino é arquiteta, está se especializando em acústica e mora em Curitiba. Quando engravidou da Julia ainda estava na faculdade, sem planos de ser mãe. "A maternidade apareceu no meio do caminho e se não fossem meus amigos, acho que não teria conseguido o diploma", conta Yoko. Desde então trabalha como arquiteta em horário comercial, fazendo projetos e coordenando obras num escritório curitibano.

A dificuldade para assumir projetos de arquitetura por fora - o que demandaria grandes deslocamentos a noite ou nos finais de semana - e a necessidade de complementar a renda familiar levaram Yoko a procurar uma atividade extra que pudesse fazer de casa e exigisse pouco investimento. Pensava em algo manual porque gostava de produzir coisas com as mãos. E dessa busca - para nosso deleite -, nasceu a poética marca Ismália queria.
Ismália queria é uma micro empresa de uma mulher só. "As peças são muito pequenas e delicadas então, por hora, só eu mesma mexo nelas", diz Yoko que trabalha em casa nas brechas de tempo que consegue, mas sempre acaba virando algumas noites quando tem pedidos maiores para entregar. Além de vender aqui, a marca vende também numa loja física em São Paulo e em bazares esporádicos em Curitiba.
Além de fã do trabalho da mãe, Julia é o test-drive da marca: "Se a Julia usa na escola e a peça volta inteira é porque é super resistente!", brinca Yoko. O nome da marca vem do poema Ismália, do mineiro Alphonsus de Guimarães. Na logomarca, vemos Ismália no ar, prestes a alcançar a lua do céu e a lua do mar. Veja um trecho do poema:
Quando Ismália enlouqueceu,

Pôs-se na torre a sonhar...

Viu uma lua no céu,

Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,

Banhou-se toda em luar...

Queria subir ao céu,

Queria descer ao mar.
site: www.flickr.com/ismaliaqueria/
email: ismaliaqueria@yahoo.com.br
Fonte: http://www.ciadasmaes.com.br/

LITERATURA COMO INSPIRAÇÃO PARA A CRIAÇÃO DE UMA MARCA DE SUCESSO


Conheçam  a marca mineira que foi criada inspirada na escritora Clarisse Lispector.
"Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite" C.L.

LIVROS/ OBRAS SELECIONADOS : MODA E LITERATURA, 2010.2

1. MALAGUETA, PERUS E BACANAÇO Autor: ANTONIO, JOAO


2. O SOL SE POE EM SAO PAULO Autor: CARVALHO, BERNARDO

3. LEAO-DE-CHACARA Autor: ANTONIO, JOAO

4. OLHOS SECOS Autor: AJZENBERG, BERNARDO

5. LADRAO DE CADAVERES Autor: MELO, PATRICIA

6. CONTOS ATREVIDOS Autor: BIVAR, ANTONIO

7. A PISTA DE GELO Autor: BOLANO, ROBERTO

8. RETRATOS IMORAIS Autor: BRITO, RONALDO CORREIA DE

9. NUNCA FUI PRIMEIRA-DAMA Autor: GUERRA, WENDY

10. CORREIO DO TEMPO Autor: BENEDETTI, MARIO

11. ELES ERAM MUITOS CAVALOS Autor: RUFFATO, LUIZ

12. ELOGIO DA MADRASTA Autor: VARGAS LLOSA, MARIO

13. MONGOLIA Autor: CARVALHO, BERNARDO

14. CRONICAS DE BUSTOS DOMECQ Autor: BORGES, JORGE LUIS

15. MEMORIA DE MINHAS PUTAS TRISTES Autor: GARCIA MARQUEZ, GABRIEL

16. A OBSCENA SENHORA D. Autor: HILDA HILST

17. VONTADE E A FORTUNA, A Autor: FUENTES, CARLOS

18. ZORRO - COMEÇA A LENDA Autor: ALLENDE, ISABEL

19. INICIAIS, AS Autor: CARVALHO, BERNARDO

20. ENTERRO DA CAFETINA, O Autor: REY, MARCOS